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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Esta é a verdadeira descoberta...

Não importa a cama, o travesseiro... 
 

 A temperatura, a posição...

A hora, o dia...


A roupa, o sono.


 
Luna sempre (SEMPRE!) se descobre minutos depois de ser colocada na cama.

Já tentamos cobri-la com edredom de casal, prender as pontas embaixo do colchão, deitá-la numa das metades da coberta e cobri-la com a outra metade e até mesmo jogar o edredom por cima das grades da cama, de modo que o tecido nem encoste nela. Nada adiantou. Já tentamos conversar com ela inúmeras vezes, mas ela não se cobre nem quando está dormindo conosco; nesses casos a coberta vira contorcionista: fica pra cima nas pontas e pra baixo no meio.

Na hora de vesti-la pra dormir, partimos do princípio que a roupa do seu corpo será sua única proteção contra o frio durante toda a madrugada. E pra ajudar, a criatura pegou a mania de tirar as meias dormindo. Se fossem só as meias, estava de bom tamanho. Na semana passada fui até seu quarto assim que acordei e, ao olhar pra cama, vejo uma criança de meias, blusa e... Fralda. Luna tirou as calças enquanto dormia. Estava toda encolhida num canto, com as pernas geladas, mas descoberta e sem calça!

A solução foi apelar: compramos meias 3/4 (“De jogar futebol, igual do papai!”) e macacão, matando a saudade de quando a cria era pequena e esta peça era carro-chefe no armário. Pode vir com tudo inverno! Estamos descobertos, mas preparados!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Falatório

Existem diversas maneiras de um bebê se comunicar, refiro-me aos que já estão na “idade” da Luna, com quase 5 meses. Eles choram, gritam, riem, sorriem, gargalham, balbuciam, mexem o corpo, as mãos, os olhos... e falam!

É claro que não é uma linguagem possível de ser entendida pelo mundo dos adultos. É um falar muito especial, muito particular de cada bebê. E Luna se supera a ca-da di-a! Não tem hora nem lugar pra acontecer, ela dispara a falar e não sabemos quando vai parar.

Esta noite foi assim: acordou, trocamos a fralda, mamou, tomou remédio e foi pro berço; chupeta, carinho, beijinho; luz apagada e fui deitar. Não demorou 5 minutos pra ela começar com seu falatório, acredito que ela conversava com as mãos. O tom mudava a cada par de frases, uma hora mais calmo, como se contasse uma história, em seguida mais enérgico, como se suas mãos a tivessem contrariado em algum ponto do discurso.

Novamente esqueci-me de registrar, a máquina estava no andar de baixo e confesso que nem pensei em pegá-la. Ficamos ali deitados, eu e Sil, na esperança que ela cansasse e resolvesse dormir, mas ao mesmo tempo rindo a cada novo “assunto”.

Isso era perto das 4 da manhã, como eu acordaria uma hora depois pra ir trabalhar, resolvi pegar a pequena pra dormir comigo, porque cama de mãe e pai sempre dá uma acalmada. Batata! Poucos minutinhos depois dormimos todos, imaginando como será essa pequena quando aprender a linguagem doa adultos...