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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

18.02.2012 – Canudinho

O bom de a Luna ser uma das caçulas - de um grupinho de amigas que pariram mais ou menos no mesmo tempo - é poder ter um termômetro na prática, na vida real, do que rola em cada fase.

E aí que recentemente fomos percebendo que as pequenas crias dos queridos próximos foram se adaptando á um novo modo de sucção: o canudinho; se adaptando e gostando!

Mais uma vez o pai da Luna foi quem teve a iniciativa. Nosso novo “momento mágico” rolou assim, de repente. Silvio teve a idéia e eu peguei uma caixinha de Ades no armário (pra mim, ainda o melhor de soja) e sentei no sofá, ao lado dos dois. Aí veio a questão: como ensiná-la? Neste momento agradeço a fase “bebê imita tudo o que fazem”. Foi só o Silvio simular o movimento no ar e depois repeti-lo no canudinho que Luna já foi querendo fazer o mesmo. E deu super certo! Super? Ela se babou um pouco. Um pouco? Babou-se bem! Se dava uma puxadinha só, beleza, engolia e pronto; mas se puxava mais vezes, metade do líquido vazava da boca. Vamos dar tempo ao tempo, né minha gente? Sem exigir demais da gorduchinha.

E agora que ela aprendeu a tomar suco de canudinho, não quer saber de outra coisa; ainda por cima “exige” segurar sozinha a caixinha. E sempre seguindo as recomendações do pediatra: suco artificial, só de soja!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cara de limão

Há alguns dias atrás uma amiga comentou sobre um vídeo do Youtube que consistia numa montagem de vários pequenos vídeos e em todos eles apareciam bebês experimentando limão; caretas garantidas.


Estávamos nós almoçando na minha sogra no domingo e o menu era arroz, salada de maionese e filé de pescada. E peixe frito sem limão, não dá.


No final da refeição, me lembrei deste vídeo e, mesmo amando a Luna e querendo o seu bem acima de tudo, não resisti à experiência de saber qual seria sua reação ao chupar um limão.


Podem ter certeza que, se a reação dela fosse a esperada, eu teria colocado o link de um vídeo logo abaixo deste texto registrando o momento. Mas não é que a bichinha não fez uma caretinha sequer?! Não conformada, coloquei novamente a metade do limão na boca de Luna. Ela chupou com gosto, e esboçou a mesma reação. E quando eu coloquei o limão na boca, me deu até um friozinho na espinha. Essa minha filha não se cansa de me surpreender.


Limão é gostoso, mas é azedo. Ponto.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Quem disse que pai não dá a luz?

Após um loooongo período, cá estou eu novamente dando minha contribuição para mais histórias sobre a minha gravidez e da Aline. E não precisa ficar assustado achando que passei por uma experiência científica como o Schwarzenegger na década de 90 (confesso que tive que recorrer ao velho amigo Google pra saber exatamente como escrever o nome desse infeliz).

O pai, pelo menos os que querem fazer parte desse momento tão materno que são as 40 semanas de gestação, têm que modificar sua rotina para acompanhar as mudanças "forçadas" pelas quais a mãe passa nesse período.

Após toda aquela novela envolvendo o médico frustrado e o encontro com a nossa nova doutora, muito simpática e atenciosa, esta semana foi a vez de irmos a uma nutricionista, a Melissa.
A indicação foi de uma gestante já conhecida por vocês, leitores de nosso blog, que teve espaço cedido para contar sobre sua luta contra a balança durante a gravidez: a Moura.

Fomos com ótimas referências e devo confessar que todas elas foram mais do que verídicas. A moça realmente parece entender muito sobre sua profissão e deu diversas dicas... praticamente uma aula de como funciona nosso organismo, como os nutrientes dos alimentos que ingerimos são absorvidos e tudo mais que precisávamos saber para que nosso filhote tivesse do bom e do melhor enquanto fica praticando natação no líquido amniótico.


Mas o que realmente me inspirou a escrever este post, como de costume, foi a situação fora do normal anterior à consulta.
No caminho para o consultório, a Li recebeu uma ligação da doutora informando que houve uma queda de energia no prédio e que, caso ainda quiséssemos comparecer à consulta, teríamos que subir de escada até o 7º andar. Como nós dois somos da geração saúde e sempre estamos fazendo algum tipo de exercício físico, topamos fazer a escalada.

Chegamos ao prédio e nos encaminharam para as escadas de emergência, com o seguinte conselho: "Como as luzes de emergência também estão desligadas, é melhor vocês usarem a luz do celular e segurar no corrimão para ter mais segurança". Aí caímos em um grande problema tecnológico pelo qual eu e a Li passamos: não temos aparelhos avançados, daqueles que normalmente as pessoas fazem de tudo um pouco, e até conseguem fazer e receber ligações neles. E quem falou que a luz dos nossos quase pré-históricos aparelhos iluminava alguma coisa?
Uma das coisas que mais me aflige nessa vida é a idéia de perder a visão, e ali me senti como Richard Pryor em "Cegos, Surdos e Loucos", tateando e tropeçando nos degraus.

Foi então que tive a brilhante idéia de usar o nosso novo "brinquedinho", vindo diretamente de Pittsburg, para iluminar nossos caminhos: o GPS!
Aquilo sim era uma luz no fim do túnel, e nos salvou de um possível treinamento para dublês, rolando escadaria abaixo.

No meio da nossa odisséia, ainda tive que dar uma de lanterninha e acompanhar uma moça que, pelo andar da carruagem, já estava há uns bons minutos ali, tentando enxergar os degraus com uma luz que mais parecia um
led de controle remoto. Como nosso destino era o 7º andar, deixei a Li num lugar seguro e plano, enquanto fiz minha boa ação até o 12º andar.

Finalmente conseguimos sair ilesos e, no meio da consulta, a luz voltou e não tivemos que continuar brincando de "lumos" na hora de ir embora, já que o elevador estava nos esperando de portas abertas. Só faltou suspirarem de satisfação como no prédio do escritório central do
Guia do Mochileiro das Galáxias.