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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Mamãe quatro-olhos






Este blog foi criado inicialmente pra relatar acontecimentos ocorridos durante a gravidez. Depois que Luna nasceu o foco obviamente mudou, agora os textos iriam acompanhar o crescimento da minha pituca e tudo que estivesse envolvido com isso.


E daí que eu estava pensando que, desde 13 de janeiro de 2011, 99% da minha vida está direta ou indiretamente ligada à Luna. Puxa! Descobri a América agora. E foi essa “descoberta” que me fez pensar que este post caberia aqui.


Um belo dia, aproximadamente cinco anos atrás, minha mãe olhou pra mim enquanto eu estava na frente do computador e se assustou: “Nossa filha! Por que fica tão perto do monitor, está com dificuldades para enxergar?” E eu comecei a reparar que era isso mesmo: pra conseguir ler o que estava na tela, ou mesmo ler um livro, eu tinha que me aproximar mais do que o normal do objeto em questão. Fui procurar um oftalmologista e o veredicto foi: você tem astigmatismo, precisa usar óculos. Maravilha Brasil! E foi assim que passei a ver o mundo com uma lente na frente depois dos 20 e poucos anos de idade.


No verão de 2009, fui passar uns dias na praia com minha querida Tatiana Bittar e como acho delicioso ir pra areia no final da tarde com uma cadeira e um livro, levei meus óculos.


E daí que, ao voltar pra São Paulo e desfazer minhas malas, senti falta das minhas lentes com armação vermelha. Procurei pela casa toda, nada. Quando voltei pra praia semanas depois, fiz uma busca minuciosa, nada de nada.


O tempo foi passando e eu fui “deixando de lado” essa história, como usava os óculos apenas pra ler, dava uma forçadinha na vista aqui e ali; e ia vivendo.


Quando finalmente resolvi correr atrás do prejuízo e ir ao oftalmologista, estava no início da gravidez e recebi a notícia: as variações hormonais durante a gestação – se estendendo para a fase de amamentação - podem acarretar mudanças refrativas. Isso significava que a visão poderia ficar levemente embaçada. Isso significava que não valeria à pena mandar fazer óculos agora, pois muito provavelmente eu teria que refazê-los depois. Isso significava que eu ficaria mais alguns bons meses dando aquela tal forçadinha na vista.


Voltei a trabalhar quando Luna tinha um pouco mais de três meses. Por mais que eu tivesse tentado (quase) tudo, o leite secou dois meses depois. Ela já passou dos oito meses e algumas semanas atrás achei que já era hora de parar de prejudicar minha visão.


Fui ao oftalmologista apenas pra verificar o nível da piora do astigmatismo e pegar a receita para fazer os óculos. 1,5 no olho direito e 0,75 no esquerdo é muito grave? Bem, não ligo mesmo, terei que voltar a usar aquela coisa lá de qualquer jeito, está na minha CNH: lentes corretivas obrigatórias. É a vida...


Kelly Cury, aquela do post sobre a natação indicou uma ótica nos Jardins, fazendo uma super propaganda do lugar, que incluía o diferencial dos modelos, a qualidade dos produtos, o bom atendimento, a importante participação do atendente para ajudar a avaliar qual o melhor modelo para seu rosto - levando em conta seus gostos particulares na vida - e a garantia de manutenção por tempo estendido. Fui, né!


E realmente era tudo aquilo mesmo. É claro que x+y+w = $$$$$, mas como a idéia é não trocar os óculos a não ser que o grau mude ou que um trator passe por cima deles, eu estava disposta a pagar um pouco mais.


Depois de muita conversa, muitos modelos sugeridos, muita explicação do quanto não funciona pra mim óculos coloridos, já que eu tenho uma leve necessidade de minimamente combinar roupas e acessórios, o resultado é este aqui:


Glasses

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Não. Não estou achando uma delícia usar óculos. Mais uma coisa pra se preocupar, limpar, guardar, cuidar e principalmente usar. Assim que coloquei e saí na rua, parecia que tinha tomado alguns livros da pinga mais barata do boteco da esquina; meu nariz está achando estranho e minhas orelhas também



Mas o que se há de fazer?


Há uma coisa: rezar pra que Luna não precise usar. Rezar muito, já que eu uso e Silvio também.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Coração de mãe


"A gestação é um momento de aumento progressivo de trabalho para o coração. A mãe necessita de muito mais sangue para nutrir o bebê, formar as estruturas novas (placenta) e principalmente permitir um crescimento adequado ao feto. Para isso, alguns órgãos devem trabalhar um pouco mais, como por exemplo o coração. Os sinais e sintomas mais comuns são: palpitação, batedeira, cansaço, falta de ar, fôlego curto e presença ou aumento de sopro cardíaco."

"Os fetos de mães que fazem exercícios físicos apresentam taxas de batimentos cardíacos significativamente mais baixos. As taxas de batimentos cardíacos dos fetos de mães que não se exercitam são mais elevadas independentemente da atividade fetal ou da idade gestaciona."

Que coração de mãe sofre desde o momento em que as primeiras células começam a se formar não é segredo pra ninguém, ou pelo menos pra quem já é mãe. Mas coração de grávida sofre mesmo, literalmente!

Há uns dois meses, enquanto assistia TV sentada no sofá de casa, comecei a sentir meu coração bater mais forte; não era mais rápido, mas sim mais forte mesmo, porque, teoricamente a gente não tem que sentí-lo bater, seu pulsar "deve ser" imperceptível no dia-a-dia. Mas naquele momento eu não conseguia nem prestar atenção ao que estava assistindo, pois sentia cada movimento que ele fazia.

Como meu histórico cardíaco não é lá grandes coisas - tive meu primeiro sintoma de arritmia aos 12 anos - fiquei super, mega, ultra preocupada com aquilo, e fui pesquisar sobre o assunto pra ver se algo na Internet me "acalmaria". Sabemos que pesquisar coisas na Internet pode trazer respostas incríveis, mas também pode fazer a pulga atrás da orelha crescer um tantico. Fui mesmo assim... E encontrei os trechos colados no começo do post.

Bem, já que eu tenho convênio médico, não me "custaria" (mais) nada marcar um cardiologista e fazer alguns exames, só pra receber um OK oficial do Doutor.

Mas sabe o que realmente me incomoda nessa questão toda? É que é uma exigência tão grande de tempo, logística e paciência que me cansa só de pensar; porque você precisa:

1- Procurar um médico decente - pra quem tem convênio da Unimed isso é quase uma missão impossível
2 - Agendar a consulta
3 - Ir na consulta
4 - Agendar os exames
5 - Fazer os exames
6 - Buscar os resultados
7 - Retornar no médico
8 - Comprar possíveis remédios e afins...

NINGUÉM MERECE, né?

Mas tá bom, tá bom... Vou fazer tudo isso e ficar desencanada de vez, espero...

O resultado é que estou hoje, desde ás 8 da matina com 4 fios colados no peito e um aparelhinho piscando o tempo todo. E, só pra deixar o exame mais divertido, tenho que anotar cada atividade mais "pesada", ou seja: caminhar, dirigir, dormir, assistir TV, coisa e tal, coisa e tal...

E hoje ainda tenho aniversário de uma amiga, como se já não estivesse difícil o suficiente escolher roupa pra sair, tem mais essa agora: escolher alguma que cubra esse monte de fios e esparadrapos... 
Acho que uma gola alta resolve o problema...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Quem disse que pai não dá a luz?

Após um loooongo período, cá estou eu novamente dando minha contribuição para mais histórias sobre a minha gravidez e da Aline. E não precisa ficar assustado achando que passei por uma experiência científica como o Schwarzenegger na década de 90 (confesso que tive que recorrer ao velho amigo Google pra saber exatamente como escrever o nome desse infeliz).

O pai, pelo menos os que querem fazer parte desse momento tão materno que são as 40 semanas de gestação, têm que modificar sua rotina para acompanhar as mudanças "forçadas" pelas quais a mãe passa nesse período.

Após toda aquela novela envolvendo o médico frustrado e o encontro com a nossa nova doutora, muito simpática e atenciosa, esta semana foi a vez de irmos a uma nutricionista, a Melissa.
A indicação foi de uma gestante já conhecida por vocês, leitores de nosso blog, que teve espaço cedido para contar sobre sua luta contra a balança durante a gravidez: a Moura.

Fomos com ótimas referências e devo confessar que todas elas foram mais do que verídicas. A moça realmente parece entender muito sobre sua profissão e deu diversas dicas... praticamente uma aula de como funciona nosso organismo, como os nutrientes dos alimentos que ingerimos são absorvidos e tudo mais que precisávamos saber para que nosso filhote tivesse do bom e do melhor enquanto fica praticando natação no líquido amniótico.


Mas o que realmente me inspirou a escrever este post, como de costume, foi a situação fora do normal anterior à consulta.
No caminho para o consultório, a Li recebeu uma ligação da doutora informando que houve uma queda de energia no prédio e que, caso ainda quiséssemos comparecer à consulta, teríamos que subir de escada até o 7º andar. Como nós dois somos da geração saúde e sempre estamos fazendo algum tipo de exercício físico, topamos fazer a escalada.

Chegamos ao prédio e nos encaminharam para as escadas de emergência, com o seguinte conselho: "Como as luzes de emergência também estão desligadas, é melhor vocês usarem a luz do celular e segurar no corrimão para ter mais segurança". Aí caímos em um grande problema tecnológico pelo qual eu e a Li passamos: não temos aparelhos avançados, daqueles que normalmente as pessoas fazem de tudo um pouco, e até conseguem fazer e receber ligações neles. E quem falou que a luz dos nossos quase pré-históricos aparelhos iluminava alguma coisa?
Uma das coisas que mais me aflige nessa vida é a idéia de perder a visão, e ali me senti como Richard Pryor em "Cegos, Surdos e Loucos", tateando e tropeçando nos degraus.

Foi então que tive a brilhante idéia de usar o nosso novo "brinquedinho", vindo diretamente de Pittsburg, para iluminar nossos caminhos: o GPS!
Aquilo sim era uma luz no fim do túnel, e nos salvou de um possível treinamento para dublês, rolando escadaria abaixo.

No meio da nossa odisséia, ainda tive que dar uma de lanterninha e acompanhar uma moça que, pelo andar da carruagem, já estava há uns bons minutos ali, tentando enxergar os degraus com uma luz que mais parecia um
led de controle remoto. Como nosso destino era o 7º andar, deixei a Li num lugar seguro e plano, enquanto fiz minha boa ação até o 12º andar.

Finalmente conseguimos sair ilesos e, no meio da consulta, a luz voltou e não tivemos que continuar brincando de "lumos" na hora de ir embora, já que o elevador estava nos esperando de portas abertas. Só faltou suspirarem de satisfação como no prédio do escritório central do
Guia do Mochileiro das Galáxias.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Profissionais de saúde

Falta de amor pela profissão, frustração e incompetência.
Acho que essas três características definem muito bem alguns médicos de hoje em dia... Pensando bem, não é de hoje que alguns desses profissionais da saúde vêm interferindo negativamente na minha família.
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Há uns 10 anos atrás, numa atividade do trabalho - acho que era um encontro de formação com o pessoal da educação ou da assistência social; aqueles encontros com dinâmicas de grupo, coisa e tal - minha mãe se desequilibrou e caiu em cima da mão.
Corre pro hospital público mais próximo, faz o cadastro com a carteirinha do convênio e espere pra ser atendida pelo médico de plantão.
Ao entrar na sala, ele dá uma olhadinha, dá uma mexidinha e manda engessar - e só!
No dia seguinte a dor é maior ainda.
Agora "com tempo" ela vai até uma clínica de ortopedia. Tira o gesso, faz raio-x e o médico avisa que o gesso havia sido colocado completamente errado!
Final da história: por causa de um primeiro erro, ela teve que ficar seis meses com mão e braço engessados.
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Contei essa história toda porque ela me veio na cabeça no momento que descobri que meu ex-gineco-obstetra era um médico incompetente e frustrado, pois só isso pra justificar suas atitudes, orientações e postura para com as pacientes -  e o Sil é testemunha disso tudo.
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Acontece que há 5 anos eu faço exercícios físicos puxados: aula de spinning de 3 a 4 vezes por semana.

O Spinning é uma modalidade de bike indoor que se caracteriza pela simulação de pedaladas em diferentes tipos de terreno e pelo trabalho em vários níveis de freqüência cardíaca do aluno. O professor escolhe as músicas das aulas, que servem para passar emoção e ajudar o aluno a "sentir a estrada" em que se está pedalando.

Como toda futura mãe responsável, na primeiro consulta com o tal doutorzinho, pergunto sobre a prática de exercícios físicos explicando como eram minhas atividades até aquele momento. Eu já sabia que teria que abrir mão das minhas aulas de spinning, mas não achei que fosse ter que abrir mão até de andar rápido pra pegar o ônibus!

- Não! Nada de exercícios até a 16ª semana.
- Caminhada leve pode Doutor?
- Não! Passear no shopping pra gastar o cartão de crédito do namorado, sim. Mas só!

Espirituoso, não? 
Bem, como eu ainda não havia lido quase nada sobre gravidez, nem conversado com muitas pessoas, acatei a decisão do médico sem discutir.
Porém, com o tempo, fui descobrindo que sim, gestantes ainda no primeiro trimestre podem fazer exercícios! E se vc já os fazia - e não se enquadra na categoria "gravidez de risco" - pode continuar normalmente a fazê-los (com acompanhamento médico)! 
Resultado: perdi 4 meses de exercícios...
Agora me diz? Qual a formação desse cara? O que o faz um médico dar uma orientação tão errada? Pelo que agora entendo, exercícios são, inclusive, fundamentais pra gestante manter a forma, fortalecer os músculos e contribuem ao máximo pra que a gestação fique mais "leve", o parto seja mais tranquilo e a recuperação aconteça mais rapidamente.
Só fui ter segurança pra voltar a praticá-los quando trocamos de médico - agora é uma médica - e ela me disse "Claro que pode! Ainda mais que está tudo tranquilo, seus exames estão ok e você já praticava exercícios".
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Moro ao lado de um parque  - Parque do Piqueri - e na terça-feira foi o primeiro dia. Caminhada moderada de 45 minutos. Estava tão frio que não deu nem pra transpirar, mas só de voltar a mexer o corpitcho de alguma maneira já é uma sensação deliciosa!
A idéia é caminhar de 3 a 4 vezes por semana, bem de manhazinha, quando o ar é "menos poluído" - o que é bem difícil de identificar aqui em São Paulo. 
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Hoje é sexta-feira e na verdade ainda não consegui voltar ao parque. Essa semana foi muito corrida no trabalho, então acabei abrindo mão de me cuidar. 
Mas agora que sei que posso "botar pra quebrar moderadamente", irei regulando a rotina aos poucos.
Alguém aí topa uma caminhada?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Só sei que foi assim...

Finalmente resolvi dar as caras por aqui...
Confesso que está sendo bem difícil ultimamente arrumar tempo livre para conseguir escrever, mas sempre que possível vou procurar contar um pouco mais sobre as experiências que estamos passando durante a formação do nosso filhote! =o)

Pra começar minha participação, nada melhor do que relatar um acontecimento que apenas eu poderia descrever com todos os detalhes... e logo vocês entenderão o porquê.

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Depois de uma experiência nada agradável com nosso primeiro médico que estava acompanhando o pré-natal, um profissional frustrado e que acha que reclamar do método de remuneração do plano se saúde para o paciente vai fazer mudar algo na sua folha de pagamento, a Aline marcou uma consulta com uma médica, indicada por uma amiga da vizinha do cunhado da prima de uma assistente da minha sogra.
As referências dessa profissional eram ótimas, e ficamos bem empolgados com a possibilidade de finalmente termos o atendimento que uma gestante merece nesse momento tão especial.

Consulta marcada pras 11h45, lá vamos nós pra Paulista, já que o consultório ficava bem próximo ao metrô Brigadeiro. Como o trânsito de São Paulo é sempre abençoado com filas e mais filas kilométricas, resolvemos ir de metrô mesmo e caminhar algumas quadras.
Marquei com a Aline de nos encontrarmos na Sé, já que cada um vinha de um lado da cidade, e dali seguiríamos juntos, como um bom casal.
Mal acabamos de entrar no metrô, enquanto o maquinista ainda informava: "Próóóóximestação..... Liberdade", a Aline vira pra mim e fala:
- Amor, acho que não estou me sentindo muito bem...acabou de me dar uma tontura, do nada...
Aí ela veio e se encostou em mim.

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Pausa para um pequeno panorama da cena: estava eu próximo a porta do metrô, com minha mochila (com o notebook) no ombro direito, com minha mão direita segurando a alça; na mão esquerda estava o livro "UFO", do qual meu irmão havia participado com um conto e que eu estava lendo até encontrar com a Li; a Aline encostada no meu peito, com sua bolsa em um dos ombros e uma pasta de exames na outra mão. Meu braço esquerdo a envolvia, num abraço carinhoso e acolhedor.

Agora q vocês já estão ambientados, podemos voltar ao restante da história...

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Mal havíamos saído da estação Liberdade, começo a sentir a Aline ficando mole e do nada ela começa a despencar, como um saco de batata, em direção ao chão. É incrível como 58kg são difíceis de segurar, ainda mais quando você está tentando não deixar o seu instrumento de trabalho se estatelar no chão (calma, estava me referindo ao notebook na mochila)...
Depois de muito sacríficio, consegui colocar os apetrechos no chão e um rapaz me ajudou a levantar a Aline e colocá-la num dos bancos do metrô. É engraçado como, quando esse tipo de coisa acontece com os outros, nos prontificamos a ajudar e tals, mas nunca realmente nos importamos com o que aconteceu para que a pessoa tivesse reagido daquela forma. Mas agora era diferente... era a mãe do meu filho que estava ali, passando mal, e a preocupação vai parar lá na 34ª constelação da galáxia distante mais próxima do quadrante norte do universo.
No instante seguinte ao que a colocamos sentada, ela abre os olhos, como se nada tivesse acontecido e me pergunta: "O que aconteceu? Falta muito pra chegarmos?"
Aí eu pude constatar que estava tudo bem e ela já havia voltado a sua normalidade. =o)
E acreditem: tudo isso durou menos de 30 segundos!!

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Terminada a saga no metrô, chegamos ao consultório com certa antecedência e recebemos a notícia de que a médica estava atrasada em duas horas. Maravilha! Estava constatado mais um fato que fazia parte das referências da médica: tem que ter paciência para ser atendido...
Como a Li não tinha se sentido bem no metrô, resolvemos ficar mais um tempinho ali no consultório, aguardando "o chamado". Durante esse tempo ficamos batendo papo, atualizando planilha de gastos, ensinando as pessoas a entrarem pelo lado certo do consultório, e assim as horas foram passando, passando... Resolvemos almoçar!! Caminhamos até a Paulista e escolhemos um restaurante de comida natural, já tentando entrar na linha da alimentação saudável.
Depois de uma bela refeição, voltamos para o consultório e finalmente fomos atendidos... as 15h!!
Mas confesso que a espera valeu muito a pena. A médica realmente é muito atenciosa e nos deixou bem mais a vontade para podermos deixar suas mãos a responsabilidade por trazer nosso pequeno presente ao mundo...

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Nos vemos em breve, com mais relatos de nossas "aventuras"...
Só espero que nos próximos capítulos não tenhamos mais desmaios e esperas intermináveis.

=oP