quarta-feira, 6 de junho de 2012

06.06.2012 - O amor que subiu pro céu


Nosso dia das mães este ano foi assim, cheio de mulheres.
Cinco filhas, quatro mães, três avós e duas bisavós.
Tinha tanto amor ali que aquele apartamento ficou pequeno.

E esse dia - e essa imagem - vai ficar guardado bem no meio do meu coração...
Pois ano que vem este dia terá acumulado um ano a mais de amor, mas não poderá contar com a presença física de todas nós.
As quatro gerações da minha família perderam um membro esta semana.

Avó amada! Sou imensamente feliz por ter te dado uma bisneta e não teria nunca como agradecer o amor que eu e ela recebemos de você.
Seu olhar pra ela nessa foto é tão lindo, que prende o meu olhar em você!

Sinto demais a sua falta. Saudade do seu sotaque espanhol carregado, mesmo depois de décadas morando no Brasil, saudade de ter que quase me dobrar no meio pra dar um abraço na senhora, saudade da sua voz ao telefone, saudade dos seus olhinhos verdes, da sua tortilla. Saudade; um tantão dela apertando meu peito. 

Descanse em paz, Dona Pepita.

terça-feira, 15 de maio de 2012

O Menino Maluquinho - De carona no cinema


Maluquinho, um menino travesso da classe média, adora brincar e pregar peças nos amigos, mas sofre quando seus pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho (Luiz Carlos Arutin), que o leva para umas férias na fazenda, onde vive agitadas aventuras.
O filme, de 1994, é um filme estrelado por Samuel Costa no papel-título, Patrícia Pillar, Roberto Bomtempo, Othon Bastos e Luiz Carlos Arutin, sendo produzido por Tarcísio Vidigal e dirigido por Helvécio Ratton. A canção-tema foi composta e interpretada por Milton Nascimento. Participações de: Bocão, Nina, Lúcio, Junim, Shirley Valéria, Julieta, Carol, Tonico entre outros.
Muito dos trechos do filme foram filmados na rua Congonhas, no bairro Santo Antônio, em volta de uma casa que é a residência do menino maluquinho durante o filme.Essa casa hoje funciona como uma loja de vestimentas (a Garimpo).
·         Diretor: Helvécio Ratton
·         Duração: 01h23min
·         Elenco
Samuel Costa                                 ...    Maluquinho
Patrícia Pillar                                  ...    Mãe
Roberto Bomtempo                        ...    Pai
Luiz Carlos Arutin                           ...    Vô Passarinho
Hilda Rebello                                  ...    Avó
Edyr de Castro                                ...    Irene
Vera Holtz                                      ...    Professora
Tonico Pereira                                ...    Motorista
Fernanda Guimarães Miranda          ...    Nina
João Romeu Filho                           ...    Bocão
Caio Reiss                                      ...    Herman
Thiago Rodrigues                            ...    Lucio
Samuel Brandão                              ...    Junin
Camila Paes                                   ...    Shirley Valeria
Cristina Castro                               ...    Julieta
Carolina Galvão                              ...    Carol


Silver Daisy Awards, Brazil
Year
Result
Award
Category/Recipient(s)
1995
Won
Silver Daisy
Helvecio Ratton
São Paulo Association of Art Critics Awards
Year
Result
Award
Category/Recipient(s)
1996
Won
APCA Trophy
Best Supporting Actress (Melhor Atriz Coadjuvante)
Patrícia Pillar
Most Promising Actor (Melhor Ator Revelação)
Samuel Costa


Fontes de pesquisa:
·         www.adorocinema.com.br
·         www.imdb.com

# Veja outras sugestões de filmes para e/ou com crianças na sessão "Pegando carona no cinema", aqui do lado esquerdo. 

O Labirinto de Fauno - El Laberinto del Fauno

Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.

Lançamento: 01 de dezembro de 2006
Duração: 1h 52min
Dirigido por Guillermo del Toro
Gênero: Fantasia
Nacionalidade: EUA, Espanha, México
Distribuidor: WARNER BROS.
Bilheterias Brasil: 22.800 ingressos
Ano de produção: 2006
Orçamento: US$ 5 milhões

Elenco:
         Ivana Baquero         ...      Ofelia
         Sergi López   ...      Vidal
         Maribel Verdú         ...      Mercedes
         Doug Jones    ...      Fauno / Pale Man
         Ariadna Gil    ...      Carmen
         Álex Angulo   ...      Doctor
         Manolo Solo   ...      Garcés
         César Vea     ...      Serrano
         Roger Casamajor     ...      Pedro
         Ivan Massagué         ...      El Tarta
         Gonzalo Uriarte       ...      Francés
         Eusebio Lázaro        ...      Padre
         Francisco Vidal        ...      Sacerdote (as Paco Vidal)
         Juanjo Cucalón        ...      Alcalde
         Lina Mira      ...      Esposa del alcalde
         Mario Zorrilla ...      Jefe de botiquín
         Sebastián Haro        ...      Capitán Guardia Civil
         Mila Espiga    ...      Esposa del doctor
         Pepa Pedroche         ...      Conchita
         Lalá Gatóo    ...      Jacinta (as María Jesús Gatoo)
         Ana Sáez       ...      Paz
         Chani Martín  ...      Trigo
         Milo Taboada ...      Joven
         Fernando Albizu       ...      Maquinista
         Pedro G. Marzo       ...      Encargado
         José Luis Torrijo      ...      Sargento Bayona
         Íñigo Garcés  ...      Joven Guerrillero
         Fernando Tielve       ...      Joven Guerrillero 2
         Federico Luppi        ...      Rey
         Chicho Campillo      ...      Anciano
         Pablo Adán    ...      Narrador / Voz fauno (voice)

Curiosidades
Eram necessárias 5 horas para que Doug Jones fosse caracterizado como o homem pálido. Após este processo o ator precisava usar os buracos do nariz do personagem para poder enxergar.
As filmagens ocorreram entre 11 de julho e 15 de outubro de 2005.
O Labirinto do Fauno foi escolhido como representante do México para o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Citações:
Ofelia: My name is Ofelia. Who are you?
Pan: Me? I've had so many names. Old names that only the wind and the trees can pronounce. I am the mountain, the forest and the earth. I am... I am a faun. Your most humble servant, Your Highness.

Prêmios

OSCAR
Ganhou
2007
Melhor Direção de Arte
Melhor Fotografia
Melhor Maquiagem

Indicações
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Roteiro Original
Melhor Trilha Sonora

GLOBO DE OURO
Indicações
2007
Melhor Filme Estrangeiro

INDEPENDENT SPIRIT AWARDS
Ganhou
2007
Melhor Fotografia

Indicações
Melhor Filme

BAFTA
Ganhou
2007
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Maquiagem
Melhor Figurino

Indicações
Melhor Roteiro Original
Melhor Fotografia
Melhor Direção de Arte
Melhor Som
Melhores Efeitos Especiais

FESTIVAL DE CANNES
Indicações
2006
Palma de Ouro - Melhor Filme

GOYAGanhou
2007
Melhor Revelação Feminina - Ivana Baquero
Melhor Roteiro Original
Melhor Maquiagem
Melhor Som
Melhores Efeitos Especias
Melhor Fotografia
Melhor Edição

Indicações
Melhor Filme
Melhor Diretor
Melhor Ator - Sergi López
Melhor Atriz - Maribel Verdú
Melhor Trilha Sonora
Melhor Desenho de Produção

SATELLITE AWARDS
Ganhou
2006
Melhor Filme

Indicações
Melhor Direção de Arte / Desenho de Produção
Melhor Efeitos Visuais

Sites de pesquisa:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-57689/

# Veja outras sugestões de filmes para e/ou com crianças na sessão "Pegando carona no cinema", aqui do lado esquerdo. 

13.05.2012 – Luna – 1 ano e 4 meses

You're so beautiful
But that's not why I love you
I'm not sure you know
That the reason I love you is you
Being you
Just you
Yeah the reason I love you is all that we've been through
And that's why I love you

(I Love You - Avril Lavigne)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

02.05.2012 – Desvendando o lenço umedecido.

Pra quem achou que um simples pedaço de lenço umedecido tinha apenas a função de limpar bumbuns macios de bebês cheios de xixi e cocô, se enganou. Luna descobriu que aquele tecido branco pode limpar o mundo!
E ela está viciada nisso! Não lembro como começou, nem quem a ensinou, mas de umas boas semanas pra cá eu não consigo trocar uma bendita fralda sem dar um pedaço do tecidinho molhadinho pra ela. No momento que ela visualiza o pacote, começa com uma manha enlouquecida, esticando os bracinhos pra cima e fazendo com as mãozinhas o movimento de pegar. E a expressão? Parece o Gato de Botas, com o cenho franzido; e só sossega quando sente nas mãos aquele geladinho do lenço.
A primeira coisa que ela faz? Limpa-se toda, começa sempre pelo pescoço, aí vai pro rosto, desce pra barriga, periquita, perna, pé. Quando a troca é feita no seu quarto, limpa a parede toda que fica encostada no trocador, e depois volta pra limpar o rosto. E resolve que quer limpar a gente, de qualquer maneira; não pára enquanto não aproximo meu rosto de sua mão e ela, com a delicadeza de um javali, me estapeia carinhosamente com o lenço.
Até aí, tudo bem. A grande questão é quanto ela resolve ficar com aquele pedaço de lenço – já não muito limpo - mesmo depois de estar trocadinha e limpinha. Geralmente a gente vai pra sala brincar e ela começa a limpar o chão, o sofá, a escada e volta a passar o negócio na barriga, mesmo com a roupa por cima. A gente acha engraçado, porque ela não pára, às vezes deita no chão e fica lá, passando o lenço no piso, toda concentrada.
Quando estou ali junto com ela, espero o momento certo para distraí-la e tiro o lenço de seu alcance; mas às vezes estou ocupada com alguma outra coisa e deixo a pequena fazendo meu trabalho limpando a casa com sua brincadeira “higiênica” e acabo chegando tarde demais: aquele inocente pedaço de lenço umedecido deixou de ser branco e ficou preto.
Não que minha casa precise de mais limpeza – mas se alguém quiser aumentar a freqüência das idas da faxineira, eu agradeço – é que eu acho que Luna ficou especialista no assunto e anda detalhista com os cantinhos.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

26.04.2012 – Agora o papo é reto

E o bilhete chegou pela agenda, assim como todos os outros. E pedia para que escolhêssemos um horário para aproxima reunião de pais, mas dessa vez, individual; apenas nós e a professora, um tempo reservado exclusivamente para falarmos sobre a Luna com a pessoa que passa com ela a maior parte do dia.
Convenhamos, reunião de pais é importante, mas faz parte dela uma fórmula quase matemática: quanto menor a idade do filho, mais os pais querem falar exclusivamente sobre eles (não é a toa que existem tantos blogs como este com mães que não se cansam de dizer como seus filhos são maravilhosos, às vezes). E tem gente que exagera, né não? Entender que reunião de pais é um momento para discutir questões mais coletivas – do que a cor do cocô de cada criança nos diferentes momentos do dia – não faz parte da mentalidade de muitos pais com filhos pequenos. Acho que cabem comentários dentro da pauta proposta pela professora, até para haver comparações saudáveis sobre o comportamento deles em casa e na escola, mas esse limite nunca é bem definido.
Acordei ansiosa pra saber como seria a conversa. Luna é a mais nova numa sala com cinco crianças, mas já tem uma personalidade “forte”, portanto este fator potencializou sua fase oral, não muito positivamente. E por mais que já exista uma comunicação entre pais e professores através da agenda da escola, uma conversa olho no olho tem outro impacto e agora poderíamos saber mais detalhadamente sobre a aluna Luna, com ou sem trocadilhos.
A conversa aconteceu na própria sala de “aula”, uma sala cheia de elementos e cantinhos amarelos, já que na escola cada módulo tem uma cor diferente. Sentados em cadeirinhas de 30 cm de largura x altura x comprimento, esperamos as primeiras palavras da Professora Lívia.
E aí meu coração se acalmou e se encheu de sorrisos. Passamos os primeiros minutos ouvindo como nossa filha é esperta e inteligente, como ela realiza atividade e faz associações que algumas crianças mais velhas ainda não fazem. Conversamos sobre como ela já imita gestos da professora durante uma música cantada por ela, como ela identifica e aponta cada um dos amiguinhos na canção de bom dia, como sabe que chegou a hora de guardar os brinquedos logo nas primeiras palavras da música criada para este momento, como sabe onde fica o cantinho da atividade na sala e corre até ele assim que a professora orienta os pequenos. Ouvimos o quanto ela é carinhosa com todos na escola e o quanto adora desenhar, ficando entretida e concentrada na atividade.
Mas ao objetivo ali era ter uma idéia completa de como era o dia-a-dia da Luna fora de casa, como ela se comportava por inteiro. E fiz questão de perguntar sobre questões que precisam ser trabalhadas na escola e mais ainda, em casa. Como é um assunto que nos rodeia há algum tempo, falar sobre a fase oral da Luna não foi novidade; ela ainda faz algumas investidas nos amiguinhos com sua boca de tubarão, cheia de dentes e agora - isso em casa também, mais do que as mordidas – está com a deliciosa mania de beliscar quando é contrariada. A orientação é novamente a mesma, ficar na altura dela, olho no olho, expressão séria e falar claramente que aquilo é errado e não pode fazer; variações acontecem, dependendo de cada mãe e cada pai. A esperteza algumas vezes se converte em manha, quando se joga no chão por não querer caminhar junto com a professora para um local diferente de onde ela se encontra. Nem tudo são flores.
Lívia explicou que o foco agora é o desenvolvimento oral e que nós em casa devemos trabalhar bastante isso nela. Acho que estamos no caminho certo, porque conversamos, falamos, mostramos e explicamos coisas pra pequena com uma freqüência bem significante.
E eu ficava ali, meio concentrada na conversa e meio prestando atenção na pequena circulando pela sala, num ambiente tão seu, tão á vontade, tão moça e independente; e aquilo me encheu de orgulho daquele serzinho ainda tão pequenino e que amo tanto, independente de qualquer relatório escolar.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

05.03.2012 – A ausência de Luna...

Tudo começou quando saiu a primeira temporada de The Walking Dead, na Fox.
(Pausa dramática dos leitores: Como um seriado de zumbis - cheio de sangue, mortos-vivos, pessoas sendo devoradas vivas e dilemas da humanidade - se encaixaria num blog cujo foco é a vida de uma bebezinha, fofinha e graciosa?! Que absurdo!)
Nunca fui muito chegada em histórias, livros, revistas e muito menos filmes e seriados – com imagens em movimento e sons feitos sob medida - de terror (como vampiros, lobisomens, espíritos e... zumbis); mas como essa vida é bem engraçadinha, resolveu que o pai da minha filha iria adorar esse tipo de coisa. E mais! Ele teria um poder de chantagem emocional persuasão suficiente pra me convencer a ASSISTIR esse tipo de coisa.
E assim que a série do começo do post foi lançada, ele ficou tão empolgado que quis que eu tivesse uma parada cardíaca por conta dos sustos minha companhia todas as terças-feiras às dez da noite, dia e horário da semana que a série é transmitida.
Observação: Luna sempre dorme antes desse horário, ok?
E comecei a assistir. Confesso que a cada cinco minutos nos primeiros episódios eu dava a desculpa que precisava estender a roupa, lavar a louça, ir ao banheiro, desdobrar e dobrar todas as minhas roupas do armário 20 vezes ou qualquer coisa que me tirasse da sala. Às vezes eu me perguntava por que raios eu estava assistindo um troço que simplesmente não me fazia bem. E comecei a achar a resposta na história da série. A coisa toda é muito bem feita, toda parte técnica, a construção dos personagens, o roteiro e você vai querendo saber mais e mais o que vai acontecer em seguida com as pessoas, como eles darão continuidade a uma simples questão: manter-se vivos e convivendo com pessoas que mal conheciam. E foi assim que EU comecei a querer fazer companhia ao Silvio todas as terças-feiras ás dez da noite.
Mas eu sabia que não sairia ilesa dessa decisão. Acontece que todas as noites de terça pra quarta eu sonhava com os malditos zumbis. É sério?! Sim, é sério! Sonhos diferentes, com intensidades diferentes, lugares, pessoas, história, finais (ou não finais) diferentes. Mas uma vez por semana as criaturas amaldiçoadas estavam lá, em meus sonhos. Às vezes eu acordava tão assustada no meio da noite que esmurrava o Silvio sem querer e minha vontade era dormir grudada nele o resto da noite. Mas como tenho um maridinho super sensível, ele dizia que era bobeira da minha cabeça e virava pro outro lado. ¬¬ (suspiros...)
Acontece que já sonhei com o Silvio, meus pais, amigos e uma vez ou outra até com pessoas que não vejo há anos; mas em NENHUM dos sonhos a Luna apareceu. No começo não percebi, mas com o tempo fui reparando que cada vez que eu acordava e lembrava o que havia sonhado, minha pequena simplesmente não existia na história. Não é que ela não aparecia, era como se eu nunca a tivesse tido, como se ser mãe não fizesse parte do sonho; quase como se eu fosse outra pessoa, com outra trajetória de vida. Sempre achei aquilo muito estranho. Como a pessoa mais importante da minha vida desaparecia assim? Sem parar pra pensar muito nisso, comecei a achar ótimo, porque eu não agüentaria se alguma coisa acontecesse com ela, mesmo em ‘pensamentos adormecidos’. Acordava e agradecia por estar tudo bem, pelo mundo ainda sem do jeito que conheço e por estarem todos vivos-vivos.
Nunca parei pra estudar o que significavam os elementos presentes no sonho, nunca li livros ou pesquisei na Internet; até porque, alguém me disse uma vez que cada fonte fala uma coisa diferente. Então pra que pirar sem necessidade numa hipótese? Hoje tenho uma relação melhor com a série e tudo que a envolve; até levo sustos nos momentos feitos pra isso, mas não sinto mais calafrios e nem sonho mais. Confesso que às vezes me pego com pensamentos do tipo ‘E se um dia acontecer uma catástrofe mundial do gênero? Fudeu!’, e me arrepio todinha. Mas enquanto está tudo bem, deixemos os pobres coitados dos zumbis nas histórias em quadrinhos, nos filmes, nas séries de TV e fora das minhas madrugadas de terça-feira.

13.04.2012 - Luna - 1 ano e 3 meses



"When I grow older,
I will be there at your side,
To remind you how I still love you
I still love you."

(Love of my life - Queen)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Escola de Rock - School of Rock

Escola de Rock - School of Rock

Sinopse


Dewey Finn (Jack Black) é um músico que acaba de ser demitido de sua banda. Cheio de dívidas para pagar e sem ter o que fazer, ele aceita dar aulas como professor substituto em uma escola particular de disciplina rígida. Logo Dewey se torna um exemplo para seus alunos, sendo que alguns deles se juntam ao professor para montar uma banda local, sem o conhecimento de seus pais.
Lançamento - 13 de fevereiro de 2004 (1h 48min) 
Dirigido por Richard Linklater
Gênero: Comédia
Nacionalidade: EUA

Elenco:

Jack Black ... Dewey Finn
Adam Pascal ... Theo
Lucas Papaelias ... Neil
Chris Stack ... Doug
Sarah Silverman ... Patty Di Marco
Mike White ... Ned Schneebly
Lucas Babin ... Spider
Joan Cusack ... Rosalie Mullins
Jordan-Claire Green ... Michelle
Miranda Cosgrove ... Summer Hathaway
Kevin Alexander Clark ... Fred (as Kevin Clark)
Maryam Hassan ... Tomika
Aleisha Allen ... Alicia
Suzzanne Douglas ... Tomika's Mother
Eron Otcasek ... Musician
Carlos Velazquez ... Musician
Lee Wilkof ... Mr. Green
Kate McGregor-Stewart ... Mrs. Lemmons
Wally Dunn ... Gym Teacher
Tim Hopper ... Zack's Father
Nicky Katt ... Razor
John Highsmith ... Tony (as John E. Highsmith)
Heather Goldenhersh ... Sheila
Timothy 'Speed' Levitch ... Waiter

Diálogos marcantes:

Freddy: Are we going to be goofing off like this everyday? Dewey Finn: We're not goofing off. We're creating musical fusion. Freddy: Ok, so are we going to be creating musical fusion everyday? Dewey Finn: Yes.
Freddy: Cool!

Dewey Finn: God of Rock, thank you for this chance to kick ass. We are your humble servants. Please give us the power to blow people's minds with our high voltage rock. In your name we pray, Amen.

Billy: You're gonna talk to me about style? You can't even dress yourself... look at that bow tie. Dewey Finn: Don't you be talkin' about my bow tie.

Curiosidades


Esta é a 2ª vez em que os atores Jack Black e Joan Cusack atuam juntos. A anterior fora em Alta Fidelidade (2000).

Este é o 1º de 2 filmes em que o diretor Richard Linklater e o ator Jack Black trabalham juntos. O posterior é Bernie (2011).

Os pôsters que aparecem no quarto de Dewey Finn são das bandas Sex Pistols, The Who e Evil Jake.

Fontes de pesquisa: