quarta-feira, 4 de julho de 2012

A fantástica fábrica de chocolate - De carona no cinema

Veja dicas de outros filmes que tenham participações relevantes de bebês e crianças ali no cantinho esquerdo do blog. Saiba mais sobre o projeto, aqui.


Título original: Willy Wonka & the Chocolate Factory
Duração: 1h 38min 
Dirigido por Mel Stuart

Gêneros: Family | Fantasy | Musical /Comedy

Nacionalidade: EUA
Ano de produção: 1971


Sinopse

The world is astounded when Willy Wonka, for years a recluse in his factory, announces that five lucky people will be given a tour of the factory, shown all the secrets of his amazing candy, and one will win a lifetime supply of Wonka chocolate. Nobody wants the prize more than young Charlie, but as his family is so poor that buying even one bar of chocolate is a treat, buying enough bars to find one of the five golden tickets is unlikely in the extreme. But in movieland, magic can happen. Charlie, along with four somewhat odious other children, get the chance of a lifetime and a tour of the factory. Along the way, mild disasters befall each of the odious children, but can Charlie beat the odds and grab the brass ring?

Elenco

       Gene Wilder                  ...   Willy Wonka
       Jack Albertson              ...   Grandpa Joe
       Peter Ostrum                 ...   Charlie Bucket
       Roy Kinnear                  ...   Mr. Salt
       Julie Dawn Cole            ...   Veruca Salt
       Leonard Stone               ...   Mr. Beauregarde
       Denise Nickerson           ...   Violet Beauregarde
       Nora Denney                 ...   Mrs. Teevee (as Dodo Denney)
       Paris Themmen             ...   Mike Teevee
       Ursula Reit                    ...   Mrs. Gloop
       Michael Bollner              ...   Augustus Gloop
       Diana Sowle                  ...   Mrs. Bucket
       Aubrey Woods               ...   Bill
       David Battley                 ...   Mr. Turkentine
       Günter Meisner              ...   Mr. Slugworth (as Gunter Meisner)


Curiosidades

Este é o primeiro e último filme em que Peter Ostrum, intérprete de Charlie Bucket, atuou. Quando cresceu ele tornou-se veterinário.
Quando foi lançado originalmente nos cinemas americanos, a responsável pela sua distribuição foi a Paramount Pictures. Porém, todas as exibições posteriores de A Fantástica Fábrica de Chocolate, seja ela na TV, em vídeo ou nos próprios cinemas, foram realizadas pela Warner Bros.
Refilmado como A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005).
This movie was shot in Munich, Germany, but the producers had to go outside of Germany to recruit enough little people to play the Oompa Loompas (one of the many tragic legacies of the Nazi era). Many of the people cast as Oompa Loompas (German or otherwise) did not speak English fluently, if at all. This is why some appear to not know the words to songs during the musical numbers.
Continuity: When Verruca Salt goes into the factory she is wearing white tights. When she's singing her song near the end of the film and she's about to go down the garbage chute, she is not wearing tights.


Diálogos marcantes

Willy Wonka: Don't you know what this is?
Violet Beauregarde: By gum, it's gum.
Willy Wonka: [happily, but sarcastically] Wrong! It's the most amazing, fabulous, sensational gum in the whole world.
Violet Beauregarde: What's so fab about it?
Willy Wonka: This little piece of gum is a three-course dinner.
Mr. Salt: Bull.
Willy Wonka: No, roast beef. But I haven't got it quite right yet.

Willy Wonka: Little surprises around every corner, but nothing dangerous.

Willy Wonka: No other factory in the world mixes its chocolate by waterfall.
[gently whispering in Mr. Salt's ear]
Willy Wonka: But it's the only way if you want it just right.

Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-52931/
http://www.imdb.com/title/tt0067992/

terça-feira, 3 de julho de 2012

03.07.2012 – O outro lado da moeda, ou da conversa.

Este post é candidato ao concurso “O melhor post do mundo da Limetree”- https://limetr.ee/br/home

Uma cena que se repetia muito quando Luna era pequena (era?!) consistia no seguinte diálogo entre mães e suas respectivas crias quando iam visitar minha filha em casa ou mesmo quando encontrávamos casais com filhos nas andanças da vida: “Filho(a), a Luna é pequenininha, ainda é um bebezinho, tem que tomar cuidado com ela, tá? Não pode gritar, porque ela se assusta.” Ou coisas do gênero. E sempre que isso acontecia eu ficava olhando com aquela cara de compreensiva, mas também com cara de mãe de primeira viagem que quer proteger a filha de tudo e de todos, com um sorrisinho no canto dos lábios, pensando “Tá prestando atenção no que sua mãe está falando? To de olho em você, hein! Obrigada Deus, por ainda existirem mães com um mínimo de bom senso”.
Mas quem dera nossos filhos pudessem vir com alguns botõeszinho de fábrica instalados pelo corpo (pouquinhos, tipo uma dúzia, ou duas, talvez) que pudessem ser acionados por controle remoto e funcionassem a uma distância de, pelo menos,1 km – se é pra viajar na maionese, que seja bem feito – pra poder almoçar na casa dazámigue sem se preocupar se o pequeno está entrando no banheiro e molhando a mão na água da privada.
É claro que eu sei que tudo é questão de educação; que se a relação da família com as crias é de conversa e minimamente de imposição de limites, existe uma maior probabilidade dos ‘di menor’ saberem o que é permitido e o que ‘não pode de jeito nenhum, por nada nesse mundo’.  Mas criança não é robô, e criança gosta de ultrapassar barreiras, de desafiar e de testar os pais, os avós, o Papa e o papagaio (sempre sobra pro coitado do papagio).
Mas recapitulando aqui esses 17 meses, acho que nunca passei por nenhuma situação extrema, de pegar rebentos alheios puxando a vasta cabeleira da minha cria ou batendo nela. O que acontece muito é de crianças um pouco maiores que ela pegarem brinquedos de sua mão, mas até aí, normal; criança quer satisfação imediata e fica um bom tempo na fase egocêntrica; e Luna, até pouco tempo atrás, deixava rolar. Mesmo Luna sendo grande – e forte! – pra idade dela, o que ainda acontece de vez em quando é, ao dividir o espaço de brincar com uma criança maior, ser derrubada num momento de correria e euforia; mas sem ossos quebrados ou cabeça aberta. Com relação ao barulho, Luna passou suas primeiras semanas de vida sempre rodeada de gente, família e visitas, então dorme até no colo do pai com ele gritando gol ao assistir um jogo do Timão. Resumindo, chegamos a este ponto sem nenhum trauma físico ou psicológico causado por filhotes alheios.
Acontece que Luna está a 10 dias de se tornar “oficialmente” uma criança. Segundo a Wikipedia, “Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas (...) bebê entre o segundo e o décimo-oitavo mês (...)”; e Luna completa um ano e meio no próximo dia 13.
No final de semana passado fomos fazer nossa primeira visita a um casal de amigos que acabou de “parir”. Na verdade essa era a terceira vez, mas nas anteriores Luna ainda era bem titica e tinha apenas dois ou três meses de diferença dos respectivos visitados. Agora era diferente, era uma ‘quase criança’ adentrando o recente habitat de um recente bebê. Então, pouco tempo depois de termos entrado no apartamento, me peguei tendo com a Luna um monólogo muito familiar, mas que nunca havia saído da minha própria boca: “Filha, olha que linda a Bia! Ela é tão pequenininha, né? E ela está dormindo, não pode fazer barulho, tá?”. E a tarde transcorreu bem. Como ficamos basicamente na sala, Luna acabou preferindo ficar por ali. Conforme o tempo foi passando e ela foi se entediando dos brinquedos que levei numa mala de viagens dentro de sua bolsa, a pequena (não tão pequena assim) foi querendo explorar o restante da casa; até porque, na entrada do quarto da bebê tinha uma estante cheia de bichos de pelúcia, muitos deles ao alcance das mãozinhas da minha ainda bebê.  E quando Luna estava prestes a escapulir, eu tentava conciliar duas coisas: o reforço na conversa e na distração, fazendo alguma brincadeira para tirar o foco na vontade de sair dali. Em alguns momentos ela desencanava numa boa, em outros – como quando me viu sair pra ajudar a mãe da bebê a dar banho nela e a deixei com Silvio na sala – ela chorava e queria fugir. Nos primeiros momentos eu ouvia de dentro do banheiro o escândalo da moçoila e a voz do Sil tentando convencê-la que eu voltaria logo. Depois de um tempo confesso que ignorei a situação e fiquei me deliciando com aquele serzinho quase 10 kilos mais leve do que minha giganta.
Luna de uniforme da escola.
Agora o crescimento será visível - e registrado! - mês a mês.
Na volta pra casa fiquei pensando em como já estou do outro lado do balcão, do outro lado da situação; como aquele sorrisinho de canto de boca desapareceu assim que entramos no apartamento dos nossos amigos e eu bati o olho naquela criaturinha tão indefesa no colo da mãe; e no lugar do sorriso ficou dentro de mim uma sirene constante, que mal me deixava tirar o olho da Luna – pra ter uma ideia, estava passando o final da EuroCopa e eu não vi NENHUM dos QUATRO gols marcados pela Espanha-, evitando que ela pudesse entrar no quarto da Bia enquanto a pititica dormia e derrubar todos os itens da estante no chão. Minha filha não é nenhuma terrorista demolidora de casas, não se penduraria no berço, nem no carrinho do bebê; não subiria na cama pra ficar pulando e gritando, nem iria entrar na cozinha, pegar uma panela com tampa e achar que está na banda do desfile do Jubileu da Rainha Elizabeth II; ela ainda não tem nem tamanho pra essas coisas. Mas a questão é que ela agora tem uma independência – e como tem! –, uma personalidade e uma coordenação motora que, juntas, possibilitam que ela circule e mexa em coisas que não deveria, mesmo coisas simples; principalmente quando algo já lhe é familiar, como itens pra trocar fraldas do quarto da Bia.
A questão é que mais uma vez tenho um sinal claro de que Luna está crescendo. Um simples diálogo que nunca havia acontecido me mostrou que temos um serzinho ainda pequeno e dependente de nós de muitas maneiras, mas que já está aí, circulando mais solta e que, por isso mesmo, precisa de outros cuidados, de outras conversas, de outros tons de voz de vez em quando. Caiu uma nova ficha – mais uma vez – de como o tempo passa rápido e como as situações que acontecem nos “obrigam” a cada dia a avaliar as nossas atitudes em relação á criação e educação da Luna.

terça-feira, 26 de junho de 2012

26.06.2012 - Inalação independente


Já abordei questões da saúde de Luna em outros posts.
Já falei como foi difícil nosso primeiro inverno com a pequena; a frequencia de medicamentos que não gostaríamos que ela tivesse tomado, as noites mal dormidas - por ela e por nós-, a aflição de vê-la tão incomodada com esse seu "quadro alérgico hereditário".
E tudo isso significa que Luna é amiga íntima do inalador desde seus cinco meses de vida.
É só o tempo dar uma esfriadinha que lá está ele, no canto do sofá, só esperando Luna acordar de manhã ou colocar o pijama pra dormir pra entrar em ação. Mas uma coisa que eu não poderia imaginar (ou deveria imaginar?) é que Luna fosse desenvolver um tipo de relação tão natural com o aparelho e em tão pouco tempo.



É claro que temos que ficar de olho, pois, se ela cansa, ela simplesmente tira aquele treco cheio de vapor da frente de seus olhos.
Mas não é uma beleza esse mocinha tão independente?
Amadurecendo a duras penas...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A corrente do bem - De carona no cinema

Título original: Pay it Forward
Estréia: 23 March 2001 (Brazil)
Dirigido por: Mimi Leder
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA
Ano de produção: 2000

Eugene Simonet (Kevin Spacey), um professor de Estudos Sociais, faz um desafio aos seus alunos em uma de suas aulas: que eles criem algo que possa mudar o mundo. Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um de seus alunos e incentivado pelo desafio do professor, cria um novo jogo, chamado "pay it forward", em que a cada favor que recebe você retribui a três outras pessoas. Surpreendentemente, a idéia funciona, ajudando o próprio Eugene a se desvencilhar de segredos do passado e também a mãe de Trevor, Arlene (Helen Hunt), a encontrar um novo sentido em sua vida.

Cast overview, first billed only:
Kevin Spacey                                       ...     Eugene Simonet
Helen Hunt                                          ...     Arlene McKinney
Haley Joel Osment                               ...     Trevor McKinney
Jay Mohr                                             ...     Chris Chandler
Jim Caviezel                                        ...     Jerry
Jon Bon Jovi                                       ...     Ricky McKinney
Angie Dickinson                                   ...     Grace
David Ramsey                                      ...     Sidney Parker
Gary Werntz                                        ...     Mr. Thorsen
Colleen Flynn                                       ...     Woman on Bridge
Marc Donato                                        ...     Adam
Kathleen Wilhoite                                ...     Bonnie
Liza Snyder                                          ...     Michelle
Jeannetta Arnette                                ...     Nurse
Hannah Werntz                                    ...     Thorsen's Daughter

Diálogos marcantes
Trevor McKenney: Are you saying you'll flunk us if we don't change the world?
Eugene: Well, no. But you might just scrape by with a C.

Os Goonies - De carona no cinema

Título original: The Goonies
Lançamento: desconhecida (1h 55min)
Dirigido por Richard Donner
Gênero: Aventura, Comédia
Nacionalidade: EUA

Depois de encontrarem um mapa do tesouro no sótão de sua casa, Mickey, Brand, Bocão, Dado e Gordo partem em busca do tesouro de Willy Caolho. Juntam-se a eles nessa aventura Andy e Stef mas, além das armadilhas deixadas por Willy Caolho por entre as cavernas e trilhas subterrâneas, os garotos terão de enfrentar também uma família de bandidos italianos, os Fratelli. Para salvá-los, resta somente o valente e destemido Sloth.

Sean Astin                                       ...     Mikey
Josh Brolin                                      ...     Brand
Jeff Cohen                                       ...     Chunk
Corey Feldman                                 ...     Mouth
Kerri Green                                      ...     Andy
Martha Plimpton                              ...     Stef
Jonathan Ke Quan                            ...     Data (as Ke Huy Quan)
John Matuszak                                 ...     Sloth
Robert Davi                                     ...     Jake
Joe Pantoliano                                ...     Francis
Anne Ramsey                                   ...     Mama Fratelli
Lupe Ontiveros                                ...     Rosalita
Mary Ellen Trainor                            ...     Mrs. Walsh
Keith Walker                                    ...     Mr. Walsh
Curtis Hanson                                  ...     Mr. Perkins

Curiosidades

Várias cenas foram rodadas, mas terminaram não sendo incluí­das no filme. Uma delas mostrava Mikey descobrindo um mapa ao estilo das figuras que eram publicadas na última página da revista Mad, em que você precisava dobrar a página para conseguir visualizar a imagem.
O elenco de Os Goonies foi proibido de ver o navio-pirata antes da própria cena em que ele aparece pela primeira vez ser rodada. A intenção era fazer com que os garotos passassem para seus personagens a sensação de espanto com a descoberta da forma mais realista possível.

O sexto sentido - De carona no cinema

Título original: The Sixth Sense
Lançamento: 22 de outubro de 1999 (1h 47min) 
Dirigido por M. Night Shyamalan
Gênero: Suspense, Drama, Fantasia
Nacionalidade: EUA
Distribuidor: DISNEY / BUENA VISTA
Orçamento: US$ 40 milhões

Malcom Crowe is a child psychologist who receives an award on the same night that he is visited by a very unhappy ex-patient. After this encounter, Crowe takes on the task of curing a young boy with the same ills as the ex-patient. This boy "sees dead people". Crowe spends a lot of time with the boy (Cole) much to the dismay of his wife. Cole's mom is at her wit's end with what to do about her son's increasing problems. Crowe is the boy's only hope.

            Bruce Willis                          ...       Dr. Malcolm Crowe
            Haley Joel Osment                ...       Cole Sear
            Toni Collette                        ...       Lynn Sear
            Olivia Williams                      ...       Anna Crowe
            Trevor Morgan                      ...       Tommy Tammisimo
            Donnie Wahlberg                  ...       Vincent Grey
            Peter Anthony Tambakis       ...       Darren (as Peter Tambakis)
            Jeffrey Zubernis                    ...       Bobby
            Bruce Norris                         ...       Stanley Cunningham
            Glenn Fitzgerald                    ...       Sean
            Greg Wood                           ...       Mr. Collins
            Mischa Barton                       ...       Kyra Collins
            Angelica Page                       ...       Mrs. Collins (as Angelica Torn)
            Lisa Summerour                    ...       Bridesmaid
            Firdous Bamji                       ...       Young Man Buying Ring

 
Diálogos marcantes:

Cole Sear: Tell me the story about why you're sad. Malcolm Crowe: You think I'm sad?
[Cole nods]
Malcolm Crowe: What makes you think that? Cole Sear: Your eyes told me.

Cole Sear: I see dead people. Malcolm Crowe: In your dreams?
[Cole shakes his head no]
Malcolm Crowe: While you're awake?
[Cole nods]
Malcolm Crowe: Dead people like, in graves? In coffins? Cole Sear: Walking around like regular people. They don't see each other. They only see what they want to see. They don't know they're dead. Malcolm Crowe: How often do you see them? Cole Sear: All the time. They're everywhere.

Cole Sear: [of his grandmother] She wanted me to tell you... Lynn Sear: Cole, please stop... Cole Sear: She wanted me to tell you she saw you dance. She said, when you were little, you and her had a fight, right before your dance recital. You thought she didn't come see you dance. She did. She hid in the back so you wouldn't see. She said you were like an angel. She said you came to the place where they buried her. Asked her a question? She said the answer is... "Every day." What did you ask? Lynn Sear: Do... Do I make her proud?

Cole Sear: You know the accident up there? Lynn Sear: Yeah. Cole Sear: Someone got hurt. Lynn Sear: They did? Cole Sear: A lady. She died. Lynn Sear: Oh, my god. What, you can see her? Cole Sear: Yes. Lynn Sear: Where is she? Cole Sear: Standing next to my window. Lynn Sear: Cole, you're scaring me. Cole Sear: They scare me too sometimes. Lynn Sear: They? Cole Sear: Ghosts.

Curiosidades:

Estratégicamente mais cedo
O filme inicialmente iria estrear em outubro de 1999. Entretanto, o resultado final animou tanto os executivos que sua estréia foi antecipada em mais de 2 meses, para a concorrida temporada do verão americano.

Sucesso de público
Nos Estados Unidos, o filme liderou o ranking semanal de público durante 6 semanas, sendo ainda a 2ª maior bilheteria de 1999 nos EUA, perdendo apenas para Star Wars: Episódio 1 - A Ameaça-fantasma. No Brasil, o filme foi líder absoluto de público, tendo liderado o ranking semanal por mais de 2 meses e levando aos cinemas mais de 4 milhões de pessoas, tornando-se o filme que mais expectadores teve em 1999.

Mãe superprotetora
O ator Haley Joel Osment foi impedido por sua mãe de assistir ao filme por um motivo simples, a censura era 14 anos. Poderia ser que as cenas impressionassem o garoto, que na época tinha 11 anos de idade, por isso Haley não teve a oportunidade de se ver nas telas.

Por dois anos seguidos
O Sexto Sentido (1999) é o 1º de dois filmes em que o diretor M. Night Shyamalan e o ator Bruce Willis trabalharam juntos. O outro foi Corpo Fechado (2000).

Prêmios
- Recebeu 6 indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Haley Joel Osment), Melhor Atriz Coadjuvante (Toni Collette), Melhor Roteiro Original e Melhor Montagem.
- Ganhou 2 indicações ao Globo de Ouro: Melhor Ator Coadjuvante (Haley Joel Osment) e Melhor Roteiro.


Informações e imagem retiradas de: